Com a bela cobertura feita pela turma da ABTU (que pode ser conferida aqui e, com todos os videos, aqui), acredito que cada um poderá ter a sua conclusão. Digo isso porque já ouvi várias opiniões, das mais desoladoras, vendo o II Fórum como um retrocesso, assim como as mais entusiasmadas, do tipo "agora vai!"
Eu acredito que foi muito bom para as TVs universitárias. Não chego ao ponto do "agora vai!", e acho que ainda está bem distante. Mas alguns importantes passos foram dados.
O primeiro deles é a presença e a disposição do presidente do CRUB - Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, Reitor Gilberto Selber. Pela primeira vez, um representante dos reitores brasileiros sai em defesa das suas televisões universitárias, e de forma veemente e segura. Vale conferir. Só essa aproximação e compromentimento já valeria o Fórum para nós.
Outro passo foi o também comprometimento do vice-presidente do Senado, Senador Renato Casagrande, no encerramento, com a necessidade das IES terem seu canal na TV Digital aberta, nossa principal reivindicação. Lembrando que, em breve, irá para aquela casa a PL 277, que poderá regulamentar isso.
Também ratificamos a importância das universidades no trabalho do futuro Instituto de Comunicação Pública, se bem que sempre me pareceu óbvio.
Por fim, o Fórum é mais um passo na consolidaçao do segmento. Agora são mais deputados e senadores informados (deve, inclusive, surgir uma frente parlamentar nesse sentido), novos agentes de multiplicação envolvidos, mais entrosamento entre os antigos parceiros.
Aliás, no nosso caso específico, uma aproximação ainda maior com o Intervozes, que tem sido um aliado importante, tanto em nos escutar quanto nos ensinar.
Claro que poderia ter avançado mais. Sempre pode. Mas os avanços desse evento específico foram satisfatório para mim.
E você, o que acha? Para ajudar, a Carta de Brasília II está na íntegra na reportagem da ABTU.
terça-feira, 2 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
CRUB incentiva e MEC apoia: resultados do primeiro dia do II Fórum
No primeiro dia do II Fórum, a primeira grande vitória.
Na abertura do evento, o presidente do Conselho de Reitores de Universidades Brasileiras, Prof. Gilberto Selber, afirmou categoricamente o apoio das universidades às televisões universitárias.
Sua fala foi firme e motivadora. E, em entrevista para a cobertura do Fórum, ainda incentivou o engajamento de todas as reitorias para dar uma atenção mais do que especial aos projetos de televisão universitária, como projeto fundamental para o ensino, a pesquisa, a divulgação científica e a extensão social.
Esse, sem dúvida, é um momento histórico para a ABTU.
Outros destaques importantes:
A campanha "Universidade na TV Digital Aberta Digital" foi lançada, timidamente, mas diversos participantes das mesas reafirmaram a necessidade das instituições de ensino superior terem garantido o seu direito de estarem, plenamente, na TV Digital.
E tivemos a afirmação do secretário de educação a distância, Carlos Bielschowsky, justamente na mesa sobre a migração dos canais de acesso público para a TV Digital que:
* o MEC apoia a reivindicação do canal próprio das universidades;
* que no canal da educação, administrado pelo MEC, na sub-frequência que será destinada à produção das televisões universitárias das IES federais e públicas, em geral, (com mais algumas que eles considerarem 'dignas'), terá um conselho onde a ABTU terá acento.
E secretário falou isso, pelo menos duas vezes, durante a sua fala. Ao final, pedi para que repetisse, para ficar bem claro à pláteia. Embora tenha sido transmitido ao vivo e, certamente, gravado.
Não tenho dúvidas sobre a complexidade de nossos pleitos. Embora entusiasmado aqui, sei que são pequenos passos ainda do que temos a enfrentar.
Mas me deixo levar um pouco pelo entusiasmo. Minha expectativa era de um passo. Demos uns cinco.
Tá bom para começar.
Tudo isso que falei está muito bem coberto pela excelente equipe de cobertura que está abastecendo o site. Náo deixe de acompanhar e confirmar.
E dar a sua opinião.
Na abertura do evento, o presidente do Conselho de Reitores de Universidades Brasileiras, Prof. Gilberto Selber, afirmou categoricamente o apoio das universidades às televisões universitárias.
Sua fala foi firme e motivadora. E, em entrevista para a cobertura do Fórum, ainda incentivou o engajamento de todas as reitorias para dar uma atenção mais do que especial aos projetos de televisão universitária, como projeto fundamental para o ensino, a pesquisa, a divulgação científica e a extensão social.
Esse, sem dúvida, é um momento histórico para a ABTU.
Outros destaques importantes:
A campanha "Universidade na TV Digital Aberta Digital" foi lançada, timidamente, mas diversos participantes das mesas reafirmaram a necessidade das instituições de ensino superior terem garantido o seu direito de estarem, plenamente, na TV Digital.
E tivemos a afirmação do secretário de educação a distância, Carlos Bielschowsky, justamente na mesa sobre a migração dos canais de acesso público para a TV Digital que:
* o MEC apoia a reivindicação do canal próprio das universidades;
* que no canal da educação, administrado pelo MEC, na sub-frequência que será destinada à produção das televisões universitárias das IES federais e públicas, em geral, (com mais algumas que eles considerarem 'dignas'), terá um conselho onde a ABTU terá acento.
E secretário falou isso, pelo menos duas vezes, durante a sua fala. Ao final, pedi para que repetisse, para ficar bem claro à pláteia. Embora tenha sido transmitido ao vivo e, certamente, gravado.
Não tenho dúvidas sobre a complexidade de nossos pleitos. Embora entusiasmado aqui, sei que são pequenos passos ainda do que temos a enfrentar.
Mas me deixo levar um pouco pelo entusiasmo. Minha expectativa era de um passo. Demos uns cinco.
Tá bom para começar.
Tudo isso que falei está muito bem coberto pela excelente equipe de cobertura que está abastecendo o site. Náo deixe de acompanhar e confirmar.
E dar a sua opinião.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Campanha por sinal aberto começa no II Fórum

Começa o II Fórum.
Para nós, também começa a campanha pelo sinal aberto.
Desde os anos 1960, as universidades têm prioridade na comunicação social eletrônica. A Lei do Cabo confirmou isso, prevendo um canal autônomo, regido pelas prórias instituições de ensino.
Não há porque negar isso, e estancar essa trajetória histórica na TV Digital, com muito mais espaço e possibilidades tecnológicas
A ABTU construiu um documento repleto de propostas que foram levadas ao Grupo Executivo do II Fórum. Algumas aproveitadas, outras não, como deve ser qualquer embate democrático.
O que não quer dizer que desistimos delas. As propostas também foram elaboradas pensando na Conferência Nacional de Comunicação.
Por outro lado, apoiamos fortemente grande parte das demais propostas, em especial o operador de rede público, a multiprogramação, as propostas de financiamento.
Para nós, também começa a campanha pelo sinal aberto.
Desde os anos 1960, as universidades têm prioridade na comunicação social eletrônica. A Lei do Cabo confirmou isso, prevendo um canal autônomo, regido pelas prórias instituições de ensino.
Não há porque negar isso, e estancar essa trajetória histórica na TV Digital, com muito mais espaço e possibilidades tecnológicas
A ABTU construiu um documento repleto de propostas que foram levadas ao Grupo Executivo do II Fórum. Algumas aproveitadas, outras não, como deve ser qualquer embate democrático.
O que não quer dizer que desistimos delas. As propostas também foram elaboradas pensando na Conferência Nacional de Comunicação.
Por outro lado, apoiamos fortemente grande parte das demais propostas, em especial o operador de rede público, a multiprogramação, as propostas de financiamento.
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