Não preciso falar mais. A notícia já está no nosso site. Mas falo assim mesmo. Com orgulho.
A meta era que, com a entrada das TVs Universitárias no plano de mídia do Sebrae, o Desafio Sebrae, que no ano passado tivera pouco mais de 95.000 inscrições, atingisse 100.000.
Foram mais de 130.000!
Recorde absoluto. "Histórico", como está na machete do informativo do Sebrae, de 18 de maio, edição 232,
30%acima da meta.
Certamente que não podemos creditar todo o sucesso a entrada das TVs Universitárias. Há de ver a qualidade da campanha, por exemplo.
Mas todos, no Sebrae, e na sua agência, a Giacometti, reconhecem que fizemos diferença.
E o que eu gostaria de ver agora é esse reconhecimento de dentro para fora. Que as TVs Universitárias se empaturrem de orgulho e comecem a gritar para todos os ventos: desde o cafezinho com seus estudantes, funcionários e professores, chegando à Reitoria.
Da nossa parte, da ABTU, temos um case importante para mostrar ao mercado.
E vamos atrás de mais.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Curso de Jornalismo e TV Universitária
Em abril, foi realizado uma audiência pública sobre a reformulação dos cursos de jornalismo. Convidada pela comissão organizadora, presidida pelo Prof. José Marques de Melo, a ABTU apresentou uma série de contibuições.
Em resumo, fizemos contribuições em três eixos: Comunicação Pública, incorporando a temática nos currículos; Televisão Pública, no mesmo sentido; e a TV universitária como um instrumento de ensino técnico-profissional, pesquisa de linguagem e extensão universitária, valendo, inclusive, como requisito de avaliação positiva perante o MEC. O documento completo aqui.
E méritos para o Prof. Pedro Ortiz, professor de jornalismo da Cásper Líbero (SP), profundo estudioso da TV pública, diretor da TV USP e da ABTU, que estruturou o texto.
O encontro aconteceu na Universidade Católica de Pernambuco, em Recife.
Além da ABTU (na minha humilde pessoa), estiveram lá Carlos Henrique Carvalho, secretário-executivo da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (ABRACOM), reafirmando que as agência são excelentes empregadoras de jornalistas, e Sérgio Murilo, da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ.
Os representantes dos empresários, convidados, não deram sinal.
Em resumo, fizemos contribuições em três eixos: Comunicação Pública, incorporando a temática nos currículos; Televisão Pública, no mesmo sentido; e a TV universitária como um instrumento de ensino técnico-profissional, pesquisa de linguagem e extensão universitária, valendo, inclusive, como requisito de avaliação positiva perante o MEC. O documento completo aqui.
E méritos para o Prof. Pedro Ortiz, professor de jornalismo da Cásper Líbero (SP), profundo estudioso da TV pública, diretor da TV USP e da ABTU, que estruturou o texto.
O encontro aconteceu na Universidade Católica de Pernambuco, em Recife.
Além da ABTU (na minha humilde pessoa), estiveram lá Carlos Henrique Carvalho, secretário-executivo da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (ABRACOM), reafirmando que as agência são excelentes empregadoras de jornalistas, e Sérgio Murilo, da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ.
Os representantes dos empresários, convidados, não deram sinal.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Presidente do CRUB vai ao Fórum, mas foco em Instituto preocupa
A boa notícia: o Presidente do CRUB, Conselho de Reitores de Universidades Brasileiras, Reitor Gilberto Selber, confirmou que estará no II Fórum de TVs Públicas.
É um ato simbólico de enorme importância. A principal entidade brasileira das IES está dizendo que a Universidade está atenta a questão das televisões do campo público, em especial o que se pretende fazer com a televisão universitária, uma conquista deste segmento.
E isso é fundamental, ainda mais quando vemos uma notícia como a publicada no Tela Viva News. Sempre precisos, traçam com exatidão uma síntese do que será o nosso Fórum. O que me preocupou está na última linha: "Por fim, o evento deve abrigar a discussão de novos parâmetros de medição de performance das emissoras e propõe a criação do Instituto de Estudos e Pesquisas de Comunicação Pública."
Apoiamos integralmente a criação do Instituto, é uma das reivindicações da Carta de Brasília, mas está longe de ser a principal preocupação do Fórum, para se ter tamanho destaque. Sequer está entre os temas-eixos propostos pelas entidades organizadoras (ABEPEC, ABTU, Astral e ABCCom).
Espero que tenha sido apenas uma frase deslocada e desproporcional e não um indício de uma nova EBC, o único resultado concreto do I Fórum dentre inúmeras outras proposições.
É um ato simbólico de enorme importância. A principal entidade brasileira das IES está dizendo que a Universidade está atenta a questão das televisões do campo público, em especial o que se pretende fazer com a televisão universitária, uma conquista deste segmento.
E isso é fundamental, ainda mais quando vemos uma notícia como a publicada no Tela Viva News. Sempre precisos, traçam com exatidão uma síntese do que será o nosso Fórum. O que me preocupou está na última linha: "Por fim, o evento deve abrigar a discussão de novos parâmetros de medição de performance das emissoras e propõe a criação do Instituto de Estudos e Pesquisas de Comunicação Pública."
Apoiamos integralmente a criação do Instituto, é uma das reivindicações da Carta de Brasília, mas está longe de ser a principal preocupação do Fórum, para se ter tamanho destaque. Sequer está entre os temas-eixos propostos pelas entidades organizadoras (ABEPEC, ABTU, Astral e ABCCom).
Espero que tenha sido apenas uma frase deslocada e desproporcional e não um indício de uma nova EBC, o único resultado concreto do I Fórum dentre inúmeras outras proposições.
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